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Trabalho e transtornos mentais

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Transtornos mentais relacionados ao ambiente de trabalho estão cada vez mais presentes na vida dos trabalhadores brasileiros.

(Foto: Freepik)

Atualmente, o afastamento por transtornos mentais já ocupa o terceiro lugar na lista de pagamentos por benefícios da Previdência Social. Isso sem contar os trabalhadores que continuam trabalhando mesmo sofrendo com sintomas de adoecimento mental. Profissionais ligados à área de vendas, bancos e telemarketing são os mais atingidos.

As causas apontadas para o surgimento deste tipo de patologia são: exposição ao assédio moral e sexual, jornadas exaustivas, atividades estressantes, eventos traumáticos, discriminação, metas abusivas e perseguição da chefia.

Entre os tipos de transtornos mais frequentes estão a ansiedade, o estresse pós-traumático e a depressão. Vemos ainda o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), o transtorno bipolar, a síndrome de burnout, que é provocada pelo esgotamento físico e mental, e a síndrome do anancástico, que é um padrão generaizado
de perfeccionismo elevado.

De acordo com a psicóloga Ana Café, diretora do Núcleo Integrado, o primeiro passo para a melhora do bem-estar é identificar o estresse. “Existem sinais de alerta, como problemas relacionados ao sono, tristeza, irritabilidade, taquicardia, suor excessivo”, explica Ana. Nesses casos, ela recomenda o estabelecimento de uma rotina mais saudável, com horários pré-estabelecidos para as refeições, tentando relaxar durante esses momentos e evitar assuntos profissionais.

Buscar uma atividade física prazerosa também é muito importante, afirma a psicóloga. “Pode ser necessário buscar um especialista para identificar os pensamentos negativos que não permitem uma melhora”, finaliza.

Ana Café dá palestras em empresas com o objetivo de alertar sobre a necessidade de identificar o problema e investir em prevenção. Mais informações: (21) 3553-6442.

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