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Rock sem Drogas

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Movimento de contracultura prega uma vida livre de drogas em meio ao rock As bandas straight edge se diferenciam pelas composições que passam mensagens encorajadoras

Crédito: Cadu Andrade/Divulgaçao. Raphael Kenji,  da banda Lost In Hate.
A brasiliense Lost in Hate prega pensamento positivo e uma vida livre de vícios

Em geral, o universo underground é conhecido pelo lema “sexo, drogas e rock’n’roll”. Mas nem todo mundo pensa assim. A tribo straight edge (SxE) luta para fugir do estereótipo. Criado nos Estados Unidos nos anos 1980 por dois jovens (Ian Mckaye e Jeff Nelson, da banda The Teen Idles), o movimento de contracultura prega uma vida sem álcool, narcóticos, violência e machismo; mas cheia de hardcore. Em Brasília, há diversos adeptos do estilo de vida e algumas bandas, como a Lost in Hate, disseminam a ideologia em shows.

O Lost in Hate rejeita o rótulo de “banda careta”. O grupo, formado em Taguatinga, tornou-se uma referência nacional com composições questionadoras, que combatem a cultura da autodestruição. “As letras levam o melhor a quem ouve e aos que estão a sua volta, com uma postura encorajadora”, explica o vocalista Raphael Kenji (completam a formação Guigows nos vocais, Fábio Alexandre no baixo, Wellington Mota nas guitarras e Bruno Duarte na bateria). “Participamos de palestras em escolas públicas sobre drogas, fazemos eventos para arrecadação de alimentos e agasalhos para instituições carentes… Acreditamos que é preciso falar nas músicas e agir na vida”, continua. Eles produziram também um minidocumentário sobre o movimento.

O Lost in Hate rejeita o rótulo de “banda careta”. O grupo, formado em Taguatinga, tornou-se uma referência nacional com composições questionadoras, que combatem a cultura da autodestruição. “As letras levam o melhor a quem ouve e aos que estão a sua volta, com uma postura encorajadora”, explica o vocalista Raphael Kenji (completam a formação Guigows nos vocais, Fábio Alexandre no baixo, Wellington Mota nas guitarras e Bruno Duarte na bateria). “Participamos de palestras em escolas públicas sobre drogas, fazemos eventos para arrecadação de alimentos e agasalhos para instituições carentes… Acreditamos que é preciso falar nas músicas e agir na vida”, continua. Eles produziram também um minidocumentário sobre o movimento.

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Além do Lost in Hate, outras bandas do DF têm membros que levantam a bandeira do straight edge. Os seguidores da tribo procuram pelo o que chamam de Positive mental atitude (Atitude mental positiva, em português), corrente da psicologia que prega o autocontrole frente a situações adversas.

Marquei um “X”

Símbolo do movimento, a letra “X” nas mãos passou a ser utilizada após uma iniciativa da banda The Teen Idles. Ao tocarem em um bar na Califórnia, no início dos anos 1980, perceberam que os seguranças do local marcavam menores de idade com o símbolo, para impedir o consumo de bebidas alcoólicas. O grupo passou a utilizar a letra como uma forma de externar suas escolhas.

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